Bella faria qualquer coisa por ele. Seria qualquer coisa por ele.
Bella vive e respira Edward.
Bella morre de medo de perdê-lo.
Edward termina tudo com Bella.
Bella fica em pedaços.
Bella deixa de viver.
Isso é o que acontece no segundo livro. Eward ama tanto a Bella e está tão preocupado com a sua proteção e felicidade que decide que ela teria uma chance melhor de ser feliz se ele não estivesse por perto... E então ele decide deixá-la.
Depois disso, Bella cai em depressão, tem ataques de pânico constantes, não fala com ninguém, não tem esperança de mais nada na vida. É como se a sua vida tivesse saído porta a fora no instante em que Edward saiu da sua vida.
Quem dera isso só acontecesse nos filmes, mas infelizmente essa é a realidade de muitas garotas hoje em dia.
Elas conhecem um rapaz, se apaixonam completamente por ele e o ‘amor’ que sentem é tão forte que têm certeza absoluta de que não conseguem viver sem ele.
E então elas fazem o que for necessário para manter o amor daquela pessoa.
Elas vão contra seus valores.
Se voltam contra os pais se ousarem descordar do seu ‘novo amor’.
Outras se entregam completa e incondicionalmente para o rapaz, só para não perdê-lo.
Abandonam os amigos, perdem o foco dos estudos, esquecem dos planos que tinham para o futuro. Mudam a maneira de se vestir, freqüentam lugares que jamais freqüentariam antes, aceitam o que for, sempre que necessário, fazem o que for preciso, arriscam tudo por alguém que dizem amar.
E o pior é que algumas até viram as costas pra Deus e para tudo em que acreditaram um dia. Elas abandonam a fé; jogam sua salvação pela janela, e pra quê? Por um pessoa que hoje as ‘ama’ e amanhã pode estar ‘amando’ outra.
Elas se perdem completamente.
Mas e se o ‘Edward’ delas acabar sendo um cafajeste?
E se ele decidir que não a ‘ama’ mais?
E se a ‘vida’ dela a abandona sem sequer olhar pra trás?
Se ele era a vida dela, o que acontece se ele for embora?
O que vai restar pra ela?

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