domingo, 26 de janeiro de 2014

Meu Malvado Favorito 2

 


Deixe-me começar dizendo que eu AMEI esse segundo filme ainda mais do que o primeiro!

É tão tão tão engraçado!!! Eu acho que um post não seria suficiente para descrever o quão divertido foi assistir esse filme.

Pra dizer a verdade, eu chorei de tanto rir. Duas vezes!

Tem duas cenas nesse filme que são simplesmente demais. Eu estava rindo tanto que não conseguia nem ficar com os olhos abertos. Me senti como uma criancinha!

Então, antes de eu dizer qualquer outra coisa, vou dizer o seguinte:

ASSISTA ESSE FILME! Leve seus filhos, convide o marido, vá com os seus amigos. Você não vai se arrepender!

Mas antes você deveria assistir o primeiro. Vai fazer mais sentido e você vai ver como o segundo realmente completa o primeiro ;)

E a mensagem é simplesmente muito boa. Falou muito comigo...

O primeiro filme mostra a importância de se ter uma família e valoriza-la.

Este segundo reforça essa ideia trazendo um ponto ainda mais forte e que algumas pessoas parecem não dar a mínima importância.

Se você conhece um pouquinho da história, você sabe que o Gru (o personagem principal) adota três menininhas, a Margo, a Edith e a Agnes, mudando assim o seu mundo pra sempre. Agora elas têm algo que antes somente sonhavam em ter: Um lar de verdade e um pai. Alguém que as ama, cuida delas e estará sempre com elas.

Então agora elas são felizes não é verdade? Elas têm tudo que queriam. Uma família.

É mesmo?

Deixa eu te mostrar uma conversa que aconteceu no filme que me fez pensar duas vezes a respeito disso.

A Agnes, a mais novinha das meninas (e a mais fofa também) está tendo muita dificuldade em ensaiar para uma peça de teatro da escola. A peça é sobre as mães (para o dia das mães eu acho) e ela simplesmente não consegue falar as frases de uma maneira natural. Toda vez que tenta, acaba parecendo um robô. Então aqui vem seu pai ao seu resgate. A conversa é mais ou menos assim:

< Eu não consigo!
<Você vai ter que continuar tentando Agnes.
<Eu acho que nem deveria participar da peça de teatro.
<Por que não?
Eu nem tenho uma mãe...
Bem... então por que você não usa a sua imaginação?
Como assim? Você está dizendo que eu devo fingir que tenho uma mãe?
Exatamente! Você acha que consegue?
< Sim! Eu faço isso o tempo todo...

 
 
Você consegue ver o que eu vejo nessa conversa?

Ela fala com você tão forte como fala comigo?

O que ela te diz?

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